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| Eu e você. |
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
sábado, 4 de setembro de 2010
Fome, sede e vontade de ler.
Os biólogos, cientistas, cientificistas - enfim, qualquer estudioso do corpo humano - não cansam de afirmar e reafirmar a perfeição do corpo humano. A mais completa máquina já criada. O complexo sistema de células, órgãos, substâncias que sintetizam a perfeição. Pois tratemos de discordar. O corpo necessita de combustíveis. Se precisamos de água, temos sede. De comida, temos fome. Nunca paramos de respirar. Por que nos falta uma necessidade de ler? Alias, não há sequer um nome pra isso. Simplesmente “a necessidade de ler”. Algo como a manutenção da intelectualidade, ou da saúde do cérebro. Ler. Ler como quem mata a sede. Como quem avança sobre um prato de comida. Um copo de água bem gelada e uma Clarice. Uma lasanha e um Machado. Para todos os dias, arroz, feijão e Allan Poe.
A falta de leitura deveria ser retratada em fotografia premiada pela National Geographic. Concorrentes do “Foto do ano de 2004”: O menino faminto da Etiópia, a baleia encalhada da Antártida e o Sem-livro do Brasil. Deveria estar estampado na cara do sujeito: “Sou subletrado”.
Não se justifica com a situação do nosso país. Não se trata aqui da falta de incentivo e de educação, já notória e discutida. Mas de atitude.
Os jovens - ah, sempre os jovens – não conseguem, ou não querem, enxergar o benefício da leitura. Qualquer leitura. E os jovens crescem, ou já cresceram, subletrados. Daí a pergunta: E se houvesse uma necessidade física? Penso que ainda há o que mudar na estrutura humana. Que tal essa dica? Hein! Na falta de uma terminologia melhor, fica a “fome de leitura”, ou a FOMURA. O menino grita: “Manhêêê, to com uma fomura danada”. E ela vem correndo com a Ruth Rocha que é pro menino parar de reclamar. O pai, no meio da noite, acorda com o choro do bebê. Dá a mamadeira, troca a fralda e lê o Ziraldo enquanto o neném não consegue sozinho. O casal de namorados vai sair a noite. Jantar, choppinho ou leitura? O rapaz mais afoito sugeriria um João Ubaldo. O divorciado um Nabokov. O mais esperto um Vinícius (sim, elas ainda adoram). E a combinação vinho, massa e Drummond? Irresistível.
O sonho enfim se concretizaria com o obeso-literato. Aquele que, de madrugada, assalta a estante. Acha que não faz mal um Parnasianismozinho durante as refeições. Vai ao médico, o letricionista, que lhe passa uma dieta a base de romance. Nada muito pesado. Depois das 20 horas, só Sidney Sheldon. Mas cai em tentação e é flagrado com “Crime e Castigo” nas mãos. A família se preocupa. Tornou-se um livrólatra. Só o L.A. poderá salvá-lo. Nas reuniões com o grupo de viciados em literatura, ele conta sua saga: “Bem, comecei aos 10 anos. Como todo mundo. Fadas, chapéus, narizes que cresciam. Depois eu parti pros livros menores. Mas quando você menos espera, já está devorando um Jorge Amado numa sentada só”. Um “ooh” ecoa na sala. Senhoras comentam entre si. “Tão novinho e tão letrado né!”
Bibliotecas lotadas. Um silêncio ensurdecedor. Filas enormes para entrar. É muita gente morrendo de fomura. Consegue uma mesa, pede o menu.
- Por favor, me vê duas Cecílias. E pro menino pode ser um Lobato, que ele adora!!
- Senhor! Nossas Cecílias acabaram.
- O quê? E o que você sugere?
- Nosso Eça é legítimo, senhor! E temos Camões
- É que os portugueses são caros né! E meu médico me proibiu Camões durante a semana.
- Algum Andrade?
- Não sei. Não sei. To indeciso ainda.
Depois de alguns minutos pensando e testando a paciência do rapaz que lhe servia...
- Ah, vou de Paulo coelho mesmo que é só pra matar a fomura.
Texto de Fabiano Cambota
sexta-feira, 3 de setembro de 2010
Entre tantas paixões
Ela encontrou o verdadeiro significado do amor. Mas na sua vida não havia lugar para que sentisse ternura pelo seu espanto. Ela precisa aprender a não precisar de ninguém. Ela está a caindo numa tristeza, sem dor... Não é mau, faz parte.
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
Pouco de mim, da minha personalidade..
Sou uma pessoa do bem e, aos poucos, as pessoas que me rodeiam se dão conta disso. Algumas vezes dou a impressão de ingenuidade. De vez em quando, alguma coisa tira meu humor normal e me deixa assim, afobada, nervosa, de mau humor. Uma prova, uma ligação que não acontece... E ninguém mais me aguenta. Às vezes, até consigo escapar dessa armadilha que às vezes são armadas. Às vezes, não. Dizem que sei tudo acerca de ser otimista. Não vou mudar! Sou pouco tímida, mas consigo escondê-la frequentemente. Tenho muita consciência dos meus próprios atos e esforço-me constantemente para me exprimir e obter o respeito dos outros. Normalmente, isto funciona bem e aqueles que não me conhecem são facilmente enganados. Tenho uma série de "truques" que criam a ilusão de estar seguro de si e de ter coragem. Escondo a minha timidez. Tenho um julgamento decente das situações e não vivo no mundo da lua. Mantenho-me informada (quase sempre) e sei estender a mão para quem precisa de ajuda, mas também não deixo que os outros abusem de mim. Na maioria das vezes, tento fazer o que acho certo.
Em graus diferentes, domino-me perfeitamente. No entanto acontece por várias vezes, "derrapar" um pouco e deixar à solta os nervos e instintos. Estou aprendendo a perdoar.
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Normalmente.
Normalmente quero ser amiga de todo mundo. Estou sempre de todos os lados, que acaba me prejudicando na maioria das vezes. Esse é meu mal, meu ponto fraco. Mas não pisa no meu calo, porque eu tenho um lado que acho que quase ninguém conhece. Não gosto de usar esse lado, apesar de que estou perdendo minha paciência facílmente. É porque eu quero ser de paz.
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Zerar e recomeçar
Se dizem de mim, pouco me importo. Nenhum ser humano se importa com o erro. Estou acostumada a ouvir as pessoas dizerem : "A vida é um jogo.". E sabe, eu concordo. A vida é um jogo, e vem com seus fortes e difíceis desafios. Viver, curtir, aprender, desenvolver, nunca parar. Seguir em frente, sempre... que nossos amigos estiverem ali. Enfim, zerar e recomeçar.
O amor é uma dor?
O amor é um sentimento que todos desejariam ter pelo resto de suas vidas, ou o amor é algo insustentável, que acaba com o ser humano, causa dores e perdas?
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
A estrada para o verdadeiro amor sempre tem obstáculos
Sou uma pessoa normal como muitas outras, procurando ser feliz e viver tranquila. Nem sempre busco coisas materiais, sempre estou satisfeita com o que tenho. Será que isso é um defeito? Sou simples e complicada, amo amar incondicionalmente as pessoas, mesmo que muitas venham a me machucar. Estou sempre a procura de um amigo verdadeiro, mas sempre descubro no final que não existe (Ou existem, mas eu nem sempre os noto). Isso não significa que desisto de procurar. Quero ter uma vida com paz, mas é dificil. Acho que é isso que sou : uma pessoa em busca de paz! Quero ser quem sou, sem matar meu verdadeiro eu. Gosto de ser respeitada.
E eu poderia suportar
embora não sem dor, que tivessem morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem todos os meus amigos!
Eu amo essa frase. E é pra todos vocês... meus amigos !
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